quarta-feira, 27 de abril de 2016

From beginning to end

Olár Bloggér maravilhos@!!!

Em tempos de entra e saí de ciclos, mudanças e até criação de expectativas ao torno de mudança de tempo - o que me espanta a loucura de muitos por dias de outono - é necessário desabafar sobre fatos ocorridos e destinos não concretizados.

Como diriam por aqui, destino não existente, logo preferirei chama-lo aqui de "acaso" então, pois bem eis que culmino meu ano de 2016 em um post com quase um mês que antecede o fatídico dia em que o "i Do" virou "I don't"...

Em termos de ciclos, tudo certo, tudo fluindo. Aprendizados foram vários e o principal deles foi de não abrir mão de minhas coisas, do meu quadrado, de meus amigos e de um ponto central sobre quando sabemos o que queremos e o que talvez almejamos para um futuro, próximo ou não.

Não digo que são perdas por sí só, pois terminar um relacionamento não é uma perda, é você abrir mão do que aquele relacionamento poderia proporcionar de "acasos", de futuro, de felicidades (ou não) e claro toda uma rotina/convivência e por ai vai. Há inúmeras formas de enxergar essas coisas, essa é a minha. Afinal, de que adiantaria dar novas chances, mudar acordo "entre partes", prometer um novo céu ou uma nova Terra se não há visão futura, não há talvez nem tanto no presente e por assim dizer, quem diria que o passado faria a diferença.

Ele (passado)  enquanto dentro do relacionamento pode ser uma "armadilha" ao criar entorno desse passado algo remoído dia pós dia, mas que deve ser esclarecido e ponto.
Claro que não é uma questão de memória seletiva também, é estabelecer com você mesmo o que perdurará durante esse relacionamento. Espera-se (ao menos eu sempre espero isso), de que passado, presente e futuro se misturem na medida de acontecimentos, no qual nem todo erro é cometido por um passado "errado" ou que nenhum acerto futuro seja somente porque o "presente" está de acordo.

Será que consigo ser claro?

Desconstruindo meu pensamento, é simples: é viver seu relacionamento sem colocar barreiras para ambos, ou criar mundo paralelos, ou situações inexplicáveis ou mesmo proferir ideias e/ou ações sem embasamento mental (no sentido de saber o porque é que está sendo feito isso ou aquilo). É lembrar que cada um tem seu espaço, tem sua forma de entender e encarar a vida.

Seja na rua, na sala, na casa, na fazenda...

Dia 23 de maio será um dia como qualquer outro dia em 2016, pois meses se passaram, litros de águas passaram por debaixo da ponte, muita tristeza foi envolvida de modo que uma felicidade fosse encontrada novamente. não digo que "Nossa, foi uma merda mesmo" e isso faço questão de sempre frisar "Não, não era uma merda. Eu também não sou santo e erros foram feitos por ambas as partes.". É tão simples, não é mesmo?

Eis que o simples pode muito bem ser mal-interpretado e como forma natural de término: ninguém deve nada a ninguém. Nem dinheiro, carinho muito menos ou qualquer coisa que um possa se queixar desde 23 de maio de 2015... Porque não há vinculo presente, quem dirá futuro. É possuir um passado gostoso de ser lembrado, é saber que lá, há mais de um ano atrás foi possível viver uma vida por dois, com risadas, danças e loucuras.

Porém o sufoco de sentir-se em um pisar em flores diário, não é algo realmente recomendado, muito menos quando sentimentos são dominados por ciúmes... Aaaaah, o ciúmes - se tem algo que procuro por ai é "No cíumes, pufavô". Isso corrói aos poucos e faz pensarmos TODOS OS DIAS que fulan@ não se importa comigo ou isso ou aquilo. Isso é ciúmes em seu ápice denominado "não pense assim".

Por vezes - em minha ótica é claro - é isso o que aconteceu por demais e olha que minha paciência com relação a esse sentimento é até maior do que o normal, devido sua sensibilidade.
Só que não quer dizer que não machuca e muito pelo contrário nos faz querer lidar com isso de outra forma... Com a mesma moeda, dando troco.
Não há necessidade de pontuar quais, porém alguns acontecimentos não foram iniciados por quem vos fala e isso vai pingando, pingando... um "Blá" maior aqui, um "Quem é esse?" acolá e por ai vai ou uma "deixa" com cara de "vem, sinta ciumes também, demonstre, fale, crie uma DR".

Ciúmes e seu poder de criar situações de completo desconforto.

Eis que no dia 24 de maio de 2015 esse sentimento foi dissipado e lapidado ali mesmo, em meio a dores de tristezas e tudo o mais. Da mesma forma que um pediu proximidade o outro só queria  fazer o que gosta de fazer (o que não incluí nada de ciúmes -  nada de uma iminente traição? Uma falta de atenção? Uma falta?) e é isso, essa incompatibilidade traz a sensação de falta.
Isso tudo é contornável, pero somente quando os dois abrem suas mãos e não quando há discordância e por meio disso, hoje o japa que tanto escreveu por aqui ou escrevia viu-se na bifurcação da vida... o caminho de mãos dadas ou aquele sozinho...

Sozinho, como diria Caetano, foi a minha escolha.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Who makes you feel!

Olár Blog mais lindo do mundo!

Volto em plena sexta-feira de pós-carnaval e digo, estou em cinzas!

Cinzas de cansaço, álcool e carnaval e quem nunca? Ou melhor, quem ainda? Eu adoraria continuar no "quem ainda". Por motivos de SP agora sabe fazer carnaval sem ficar parafraseando coisas antigas como "Bom do carnaval é o feriado".

Quem sabe esse estigma um dia desaparece dessa selva de pedra, até lá, que venham blocos, muito blocos. Quero ver gente louca do cu de ver uma garrafinha ou varias ou xixi por ai! Nossa revoltada, mas na real é essa, ou a melhor saída é esquecer que o carnaval existe?

Depois das minhas experiências em SP e interior de SP, tenho que dizer que não quero que isso acabe, não tão cedo ou ao menos, o quanto eu puder ir e acompanhar. Marchinhas, pessoas lindas, maravilhosas até as 18:00 é claro!
Se tem algo que aprendemos é que se você entrou no bloco kerida, ou a senhoura ou a pessoa do teu lado ficará maluca. E tudo isso multiplicado pela quantidade de pessoas que chegaram antes ou depois de você e como elas estarão... LOUCAS! Miga sua louca - frase mais linda de 2015/16.

Fora carnaval, folias e xingar muito no twitter os coxa do mundo, mentira, não uso twitter. Apesar de reconhecer e adorar o poder dessa rede social. Enfim, eis que agora é o começo de ano no Brasil, afinal o carnaval passou, a musica do titulo nem está tocando mais e agora estamos de Criolo cantando "fermento para massa" com  "Hoje eu vou comer pão murcho, o padeiro não foi trabalhar. É greve de busão, tô de papo pro ar...." um lindo, maravilhoso, CRIOLO CASA COMIGO!

Fora o carnaval? Sr. Blog seu lindo, voltarei mais tarde para dizer pois memórias boas ficam em nossas mentes ao ponto de criar uma fantasia maluca de você ainda achar que está dentro dela. Serve para algo antigo, momentâneo ou mesmo o que aconteceu há apenas alguns dias atrás!

Que esse "começo" de ano seja lindo!

Uma Bjunda!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Get Back

Back to December... Já diria Taylor "sem sal" Sufiti

Como não sou nenhum entusiasta da moçoila, paro por aqui em referencia-la. E venho por meio deste post dizer "Que porra que eu nunca posto nda nesse blog em dezembro".

Bom, lá se vai um jejum de pelo menos 4 anos sem um post, afinal fora os posts de dezembro eu não ando postando há anos hahahahaha!!!

O que dizer sobre um 2015 que entra em sua reta final, esse season finale maluco, bem maluco! Status atual da vida é trabalho, casei com ele, vivemos juntos com um feliz para sempre. Claro, ele não é o melhor marido do mundo, afinal haja paciência e fora os nabu nu toba!

Falando em season finale e sem querer dar um "closure" em 2015 porque esse ano em áries está pegando fogo há um bom tempo e temo por minha integridade mental de que grandes emoções ainda reservam para esse último mês.

Enfim, sobre terminar o ano, deixemos para uma próxima...

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Out of time

Pela primeira vez o título não veio sozinho na mente.

Passou de Dido, para Xtina e terminou em... bem, quase nunca digo de onde vieram os títulos.
Estou aqui depois de 200 postagens no blog... 200 postagens, gostaria muito de ser bom em matemática para colocar algumas estatísticas por aqui, porém, isso é um blog ainda :)

O motivo de voltar aqui hoje?
Porque há tanto a ser dito ainda por aqui e não sou de fazer promessas por aqui, portanto nada de "Que venham mais 200 postagens". We never know!

Agora, exatamente agora é o último dia de setembro... mês que teve viagem, teve feriado, teve alcool muito alcool, matinho, festas, festas, festas, festas.... Olha aí o japa versão dois anos atrás + alguns anos de bagagem + um carro em mãos = receita para MERDA!

Nem tanto!

ok! Algumas merdinhas foram feitas como dirigir com sono, dirigir falando no celular (RIP espelho retrovisor), dirigir para viajar, dirigir para ir em algum date qualquer, dirigir por apenas dirigir.

O que reconforta... nada! Mentirinha!!!!! O que reconforta é que o automóvel chegou depois dos 25, ou seja, eu me privei de merdas MUITO maiores que as relatadas acima.

Quando a equipe entra em sala, a gente termina o post.!

Enfim, blog, nos vemos com mais postagens acima de 200 :)

Uma Bjunda

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Después de la tormenta...

Começar uma quinta-feira diferente, bem diferente.

Como bem dito no título, depois da tempestade... Em espanhol, porque estou no Chile e não sou obrigada! Quer dizer, sou obrigada a hablar en spañol!

Não que eu realmente saiba falar este dialeto um tanto peculiar.

Começando pelo começo: depois de meu último post sobre xingar no twitter, falar sobre isso e aquilo, muitas coisas foram resolvidas. Bem resolvidas na verdade, de trazer uma leveza interior. Primeiro, uma conversa com ares de DR, sim DR. Afinal, DR está aí para qualquer um, no caso eu e meu ex.
Ex.. tá aí uma sigla/palavra que para o meu caso não acredito que seja algo ruim. Sentar, conversar, esclarecer, essas foram as ações tomadas por nós dois.

Como dito por mim, ele será sempre meu primeiro amor, meu primeiro namorado, meu primeiro tudo, exceto minha virgindade/dignidade (que já perdi há anos luz atrás) e eu me perguntava do por que das coisas terem se perdido após nossa primeira conversa.

Acredito que se perderam por más interpretações ou a falta de compreensão de minha e da parte dele, na verdade ele me explicou isso e sim, concordo :)
Além de um mundo de coisas que foram ditas, deixo aqui registrado nas "internets" (para minha própria posteridade), de que ele será sempre minha porta aberta, um caminho com passagem livre, para ambos, sempre para ambos. Metaforicamente falando, ele é o caminho que não continuei quando nos deparamos com um bifurcação e agora cada um seguiu por um lado. A despedida foi difícil, pesada e bem ruim, só que é o que temos e o melhor de tudo é entender isso.

Começando pelo meio: Resumindo, me sentiria horrível se terminasse tudo ali, no diz que me disse, no dito pelo não dito. Não digo por ego (talvez seja), mas me recusei a acreditar que ambos pensavam que deveriam acabar por ali.
Por isso, obrigado por ter me mandado aquela sms e ter me chamado para conversamos e por favor, não me chame de Gustavo. Não somos mais "Babe" um do outro, mas você me conhece mais que muita gente, já me viu de quatro, de lado, de cima, de baixo... ou seja, não me venha com Gustavo hahahahahaha!

Começando pelo fim: Hoy estoy a ca en Chile!
No chile, trabalhando e aproveitando a vida depois que a looooooooooooooucura imensa terminou, chegou seu fim.
Não um 100% de fim (refiro-me ao turbilhão descrito no desabafo - post anterior) mas chegou em um ponto bem perto dele.  Um turbilhão novo se encontra em algum ponto, em algum ciclo à frente e isso eu tenho certeza, afinal, é finalmente meu último semestre na faculdade (não tenho aulas de sexta uuuuuuuuuuui) e fui promovido na semana passada. Enquanto não saí valor do novo salário, fico por hora na mesma, aqui no Chile, trabalhando, jogando meu Nintendo 2DS e lendo minhas nerdisses...

Taí! Algo que nunca falei por aqui, meu lado nerd. Desde já adianto que não! Eu  não sou Geek ou nerd dos anos pós Batman-Nolan/Vingadores ou o raio que o parta dos filmes Blocksbusters. Odeio rótulos (todos falamos isso), mas no fim do dia todos entramos em certas categorias :D

É isso! Universo... Be kind my darling!

domingo, 2 de agosto de 2015

Got a war in my mind

O tato, uma guerra interna e o sorriso no rosto!

Se nesse últimos dias pudessem ser resumidos em míseros "tags", talvez seriam apenas essas e olha que não digo sobre semana passada ou o famoso "About Last night".

Se fosse tão perto assim o caminho para o resumo em três palavras, talvez não seriam essas as três escolhidas. Agora, falando realmente anda importando...

Confesso não saber, principalmente por estar respirando fora de um turbilhão pela primeira vez há pelo menos uma semana, no máximo e respirando naquelas. Meu trabalho tem tomado uma proporção grande demais em meu cotidiano e principalmente, da parcela sã que tento manter ao longo de cada dia.

E quando isso acontece ao meu redor, nem é preciso voltar até 3 anos atrás nesse blog para descobrir, que a vida pessoal perde seu rumo e como consequência, vamos nos segurando no que podemos. Hoje, os amigos e mesmo minha família são esses portos de chegadas e partidas tranquilas, nem que somente para poder lembrar do "pessoal" que preciso tomar conta.

Batalhas internas formadas, eis que no dia em que você acreditava estar pronto para tomar certas decisões, não foram possíveis. Cogitadas, sim! Bem pensadas, também! Agora qual o por que da batalha se tudo já estava "certo" na minha cabeça.... porque as vezes a vida é uma merda e ela te dá em sua cara aquilo que você não queria ouvir. Ou melhor, ler por ai.

Não refiro-me a nada além de ter minhas expectativas jogadas as favas, por algo que nem realmente eu acreditaria que aconteceria... Ser dado como aquele que não se importa... Taí, algo que realmente me pegou de surpresa, que fincou um "Cuzão" em minha testa por uma terceira vez, talvez!

E nesse ponto é que entra novamente o "tato", o meu "Tato" utilizado em 100% do meu dia e que não importa quem quer que seja o outrem. Talvez por não ter esperado tal reação, eu mesmo fiquei sem saber o que fazer. Se ligava para xingar, se mandava um "Vai tomar no cú" ou mesmo para ligar e dizer apenas "desculpa". Infelizmente em meu mundo de puro altruísmo, quase liguei para fazer a terceira opção, por ter acreditado ser "o cuzão".

Por pelo menos uns belos dias morri por dentro com essa dúvida, dúvida essa que colocou em cheque aquele momento que eu mesmo esperava que pudesse ser concretizado... a última conversa. A derradeira, que faria meu cu cair da bunda e talvez meu coração voltar a ser aberto ao mundo e um tanto feliz... Infelizmente ou felizmente não foi dessa vez, não com ele. O que de fato corta o coração entender tudo isso.

O "tato" sumiu completamente depois de tais acontecimentos, ao menos com ele, com aquele que o tato estava ligado em 100% em todos os dias.

Fico bem triste ao saber que ações, pensamentos e conversas não adiantam de nada, ou ao menos nunca terão o retorno que "esperamos". Sei que ele tem as expectativas dele e sempre as terá, mas receber a carga de responsabilidade por algo que não é mais minha "obrigação" foi algo demais para minha cabeça. Afinal, até que ponto sabemos que estamos realmente dentro das expectativas do outro e se mesmo após o termino algumas coisas não ficaram claras, não cabe mais a mim dizer...

Dizem que a vida ensina, mas eu seria sim um cuzão se fosse isso que eu condenasse a ele, mas não acredito que seja a vida. Algumas coisas devem ser aprendidas conosco, dentro de nós e o melhor, quando é para sí, não deve ser SÓ para si, é todo um todo.

Foda! Uma bjunda blog


sexta-feira, 3 de julho de 2015

Miedo!!

Aquele dos nossos medos!

Aquele medo que vem de dentro e acima de tudo que te faz repensar, pensar e repensar de novo.
Eis como tento encarar esse sentimento um tanto traiçoeiro.
De dar frio na barriga, de paralisar todos os seus movimento e fazê-lo imaginar sempre, sempre as piores hipóteses.
Esse tal medo, há um tempo tem se tornado mais e mais constante. Acredito que nunsa saí tanto para tomar um tempo da vida, sentar na privada do reservado, contar até dez, olhar para o teto e pensar "Vamos, você consegue!". E aquela voz no fundo, sempre dizendo que não, tu não vais conseguir nada.

É foda, multiplicado pela potência de mil. Por que falar de medo?
Porque parte desse medo vem de tentar encarar tudo sozinho, há pelo menos um mês. É fraco, bem fraco dizer isso tudo? Talvez! Ou a falta de maturidade da vida.
Afinal, no fim das contas o que mais precisamos é de abrigo, que no inglês acredito ser uma palavra mais bonita "Shelter". Abrigo esse que traz e sempre trará aquele conforto interno, quem sabe, sabe do que estou falado. Aquele calor e uma força que talvez, digo TALVEZ você sempre terá sozinho.

Porém sozinho, no mundo, sem paredes, parenteses ou aquela frase que sempre fará mais sentido, um sentido acima de qualquer coisa, pois vem de seu maior abrigo... "Vai dar tudo certo!".

Se me perguntassem hoje se todas as águas de 2015 estão levianas, leves e tranquilas...
Não, não estão. De fato, talvez nunca estiveram, mas no fim do dia tinha aquele abrigo comigo para correr debaixo, no meio do dia, no meio da noite e no meio de tudo!

O ponto que quero chegar?

O ponto onde para meu bem maior (eu), o abrigo que eu tinha não era mais um abrigo. O abraço recebido, por mais quente que fosse, não era mais o melhor abraço. Não por desmerecimento ou coisa que o valha, mas introspectivamente falando, não encaixava mais.
E o medo tem dessas coisas, a partir dele, nada mais encaixa, principalmente as peças que clamavam por um respiro de seu abrigo, de se encontrarem novamente e de voltarem a se entender e a se encaixar.

Fato é que é hora de me acostumar e lembrar-me que o abrigo, meu abrigo sempre deverá ser eu mesmo. Não por ter achado que desde a principio o maior e único vinculo de meu abrigo deveria ser de outro, mas sim porque outro abrigo sempre fez o meu mais forte e por ai em diante.

Hoje, os minutos no banheiro são maiores, os suspiros mais longos, os olhos brilhando por fraqueza são muito mais constantes, bem mais devo dizer! E o medo, a cada dia mais por perto, bem perto. A busca? Por hora é de se encontrar, procurar onde os pedaços de meu próprio abrigo foram parar, talvez nunca foram tão fortes assim, mas ei de encontrar as partes perdidas para de alguma forma algumas coisas fazerem diferença com o peso do dia a dia e que um sorriso ao final do dia, seja a melhor coisa para todos os dias.

Segue-se assim, como diriam por aí "Um dia de cada vez" e é isso!
O medo de hoje, por hora será menor amanhã, ou talvez pior, mas valerá sempre para meu conhecimento de como devo encara-lo a partir de agora, pois a mão que deverá me levantar do banheiro, dos olhos brilhando, é minha.